domingo, 8 de setembro de 2013

08/09/2013                          
 



Não se pode dizer que o que é inteligível seja sempre belo, mas com certeza o belo é sempre inteligível, ou, pelo menos, deve sê-lo.

Johann Wolfgang Von Goëthe - Alemão (1749-1832). Escritor, poeta, filósofo e cientista. Foi um dos maiores escritores alemães, cuja influência se exerceu na literatura de todo o mundo. Uma das figuras mais influentes da literatura alemã e do Romantismo europeu, sendo o líder do "Sturm und Drang" ( "Tempestade e Ímpeto",  "primado da expressão individual e subjetividade sobre a ordem natural do racionalismo", cujas obras se destinavam a impactar e encantar o público, com intenção de terminar a sua prisão ao classicismo que dominava a o Velho Continente no  final do século XVIII e início do XIX), juntamente com Friedrich Schiller, também alemão. Tem uma vasta e maravilhosa  produção em várias áreas do conhecimento humano (é um gênio  polímata) , destacando-se, dentre  essas obras, romances, peças de teatro, poemas, escritos autobiográficos, reflexões teóricas nas áreas da arte, da literatura e das ciências naturais. Sua correspondência epistolar com  pensadores e personalidades da época  é vasta, e nela  está contida grande parte do seu pensamento filosófico e existencial.  Foi o romance "Os Sofrimentos do Jovem Werther", de 1774, quando tinha 25 anos de idade, que o tornou famoso em toda a Europa 
 
Filho de família  possuidora de poder econômico e elevada posição social, teve uma educação  primorosa, juntamente com sua irmã, incluindo o estudo de diversas línguas, música e poesia, inicialmente pelo pai e, depois, por preceptores especializados contratados por aquele. Formado em  Direito, ainda jovem faz  estudos sobre  astrologia, alquimia e teologia. A partir de 1780 passa a fazer estudos sobre botânica , geologia e osteologia e, depois, dedica-se  ao desenho, estudando a arquitetura antiga na Itália. Escreveu um livro sobre pesquisas científicas e dedicou-se, juntamente com as outras atividades, ao estudo das cores. Tinha muito interesse pelo Brasil, que não chegou a visitar mas estudava sobre ele, possuindo 17 obras sobre o mesmo em sua biblioteca  e  fazia estudos sobre a nossa pátria com cientistas que o estudavam e sabiam das  nossas riquezas de fauna e flora - uma   espécie de malvácea brasileira foi batizada como o nome de "Goetha"  em homenagem a ele.
 
Obras mais conhecidas: "Fausto"  e "Torquato", dramas; " A Teoria das Cores", livro científico; "Os Sofrimentos do Jovem Werther", "Os Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister" e "As Afinidades Eletivas", romances e novelas; "Hermann e Doroteia", épico; "Prometeus" e "O Aprendiz de Feiticeiro", poemas; "Aus meinem Leben. Dichtung und Wahrheit", autobiografia em prosa.

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