segunda-feira, 9 de setembro de 2013

09/09/2013

                                                        


NÃO DEIXE O AMOR PASSAR

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus lhe mandou um presente: O Amor.

Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.
 
Carlos Drummond de Andrade : Brasileiro (1902-1987). Poeta, contista, cronista  e escritor em literatura infantil. Nascido em Itabira, em Minas Gerais, depois se radicou no Rio de Janeiro. Modernista :  verso livre, mostrando que este não depende de uma métrica fixa. Dentre as duas correntes do modernismo (*), Drummond pertence à mais objetiva e concreta (a outra é mais lírica e subjetiva).
 
Algumas de suas obras : "A Rosa do Povo", poesia; "A  última pedra do meu caminho", antologia poética; "O Avesso das coisas", prosa; "Rick e a Girafa", literatura infantil. Já foi retratado no cinema e na televisão.  
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 (*) "O movimento modernista baseou-se na ideia de que as formas "tradicionais" das artes plásticas, literatura, design, organização social e da vida cotidiana tornaram-se ultrapassadas, e que se fazia fundamental deixá-las de lado e criar no lugar uma nova cultura. Esta constatação apoiou a ideia de reexaminar cada aspecto da existência, do comércio à filosofia, com o objetivo de achar o que seriam as "marcas antigas" e substituí-las por novas formas, e possivelmente melhores, de se chegar ao "progresso". Em essência, o movimento moderno argumentava que as novas realidades do século XX eram permanentes e eminentes, e que as pessoas deveriam se adaptar a suas visões de mundo a fim de aceitar que o que era novo era também bom e belo." (http://www.wikipedia.org) 

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